por João Paulo Pinto Có, doutorando em Antropologia (ICS-ULisboa), Diretor do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa (Guiné-Bissau)
No confinamento voluntário, do quarto isolado, o antropólogo revisita “A Peste”, de Albert Camus. Tenta compreender a complexidade terrena de todos os ângulos. O encadeamento impenetrável da sequência cognitiva não lhe permite. O antropólogo volta para si, faz uma miragem de 360 graus do seu confinamento e só encontra objetos já vistos tediosamente há semanas.
