por Dora Rebelo, doutoranda em Antropologia (CRIA-ISCTE)
Migrar do agir interventivo da psicologia humanitária para um modo de estar mais reflexivo, no doutoramento em antropologia; até foi estimulante, no início. Mas, ao navegar complexidades estruturais, pessoais e sociais colocadas pelo projeto de investigação, pelas minhas próprias expetativas e pela estrutura académica, tão mais rígida do que aparentava ser, esbardalhei-me (utilizamos pouco este verbo transitivo e pronominal) um pouco. Leia mais
